Política
Presidente da Câmara lidera movimento para barrar pedágios nas rodovias da RMC

Hélio Silva pede união da região contra possíveis novos pedágios

Da Redação | Tribuna Liberal

O presidente da Câmara Municipal de Sumaré, Hélio Silva (Cidadania), liderou a aprovação de um documento contra a implantação de novas praças de pedágio na RMC (Região Metropolitana de Campinas) durante sessão do Parlamento Metropolitano realizada nesta sexta-feira (28), em Hortolândia. O texto, aprovado por unanimidade, será encaminhado ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Hélio fez um apelo pela união dos vereadores da região, independentemente de bandeiras partidárias. “Precisamos nos unir como representantes do povo para barrar esse aumento de custos que atingirá trabalhadores, produtores rurais e empresários”, afirmou. O parlamentar, que também é vice-presidente do colegiado, destacou que a medida agravaria os desafios de mobilidade enfrentados pela população.

O parlamentar também reforçou a importância do diálogo, mas defendeu que os interesses da população devem ser priorizados no modelo de concessão das rodovias. “A população já enfrenta desafios diários de mobilidade, e novos pedágios só agravariam essa situação”, afirmou.

O documento foi aprovado por unanimidade e será encaminhado ao governador Tarcísio de Freitas. O Parlamento Metropolitano é formado por presidentes de Câmaras das 20 cidades da região e discute pautas de interesses de todos os municípios.

HOSPITAL ESTADUAL

Além do tema dos pedágios, Hélio Silva também manifestou preocupação com a possível saída da Unicamp da gestão do HES (Hospital Estadual Sumaré), unidade referência para a região. Ele destacou os 25 anos de parceria bem-sucedida com a universidade, que garante atendimento de excelência a seis cidades da região e formação de profissionais do SUS.

O presidente da Câmara pediu que o Parlamento Metropolitano encaminhe ao governo do Estado um pedido de suspensão de qualquer mudança abrupta na gestão do HES. “A Unicamp propôs alternativas viáveis para manter sua administração, e é essencial garantir a continuidade dos serviços à população”, afirmou. 

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