Poesia: Meu codinome

Quando ela
acorda olha para
os lados, se vê em
seu espaço.
Se pega sonhando
com o futuro
frequentemente, mas
está acordada o suficiente
para viver o presente.

Escreve versos e passa
a sujo, e sobre o papel
eu vos apresento o seu
mundo.

Não é poetisa, às vezes
faz coisas erradas e se
arrisca, não é santa, mas
é pura, tem sua sanidade
reservada, mas também
faz suas loucuras.

Nem sempre está feliz,
nem sempre está bem,
mas sabe que o amor
à cura, sabe que
como as estações
ela muda, remexe
a terra e planta
mudas.

Ela se veste de
sentimentos, sabe que a
vida é feita de momentos.

Em meio a tanta crise
ela poderia escrever
sobre tudo, mas escreveu
sobre ela porque tem
experiência no assunto.

Em meio a tantos
versos às vezes ela
some, mas dessa vez fez
algo diferente para se
apresentar, escreveu seu
CODINOME.

Milena Miranda
São Paulo/SP

Sábado, 17 de Outubro de 2020

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