Sem gás desde sábado, moradores do Matão protestam contra ‘taxa’

Moradores de condomínios residenciais populares existentes na Avenida Emílio Bosco, na região do Matão, em Sumaré, realizaram no final da tarde de segunda-feira (28/09) um protesto contra taxas supostamente cobradas pela empresa concessionária para o fornecimento de gás encanado às unidades, cujo não pagamento teria levado ao corte no abastecimento desde sábado (26/09).
Segundo o vereador e presidente da Câmara Willian Souza (PT), o valor cobrado seria de R$ 34 mil – mas ele não detalhou qual seria a finalidade ou origem de tal taxa, que não seria sobre o consumo em si do produto. Em função do horário, a reportagem não conseguiu contato com a Comgás para confirmar do que se trata a suposta taxa.
Durante o protesto, os moradores atearam fogo em pneus e entulhos e chegaram a fechar o tráfego na Emílio Bosco. A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal acompanharam a movimentação das famílias, e o Corpo de Bombeiros foi chamado para conter as chamas do incêndio provocado pelos manifestantes.
“Desde sábado as famílias ficaram sem abastecimento, impossibilitados de utilizar o gás seja pra alimento ou qualquer outra finalidade. É inadmissível a imposição feita pela empresa, desrespeitando o direito individual das famílias. Esses moradores têm nosso apoio irrestrito e ressalto que em outros momentos como esse a Prefeitura de Sumaré, através do Procon, atuou fortemente para impedir a cobrança da taxa de religação. Nesse sentido, nosso mandato criou uma lei proibindo a taxa de religação e foi sancionada pelo prefeito Luiz Dalben para garantir os direitos das famílias. Já fiz contato com os síndicos e, junto com o Prefeito, estamos à disposição dos moradores”, postou o parlamentar em suas redes sociais.

Terça-feira, 29 de Setembro de 2020

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