Defesa Civil recebe equipamentos para ‘Operação Estiagem’

A Prefeitura de Sumaré, por meio da Defesa Civil Municipal, recebeu na última terça-feira (11/08) um importante reforço nas ações de enfrentamento ao período de estiagem, que segue até o mês de setembro. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil enviou ao Município um total de 29 itens – incluindo duas bombas costais, cinco facões, cinco cantis, cinco óculos de proteção, cinco pares de luvas de raspa, dois enxadões e cinco abafadores. Esse “kit” irá auxiliar no combate a focos de incêndio em cobertura vegetal, trabalho que aumenta bastante nos meses de clima mais seco.
“Agradecemos por esse material que veio agregar muito à estrutura da nossa Defesa Civil, que está em constante atualização e preparada para mais essa Operação Estiagem, treinada e equipada para atuar nas situações de emergência”, ressaltou o prefeito Luiz Alfredo Dalben (PPS).
Provocar incêndio em mata ou floresta é crime. A pena para os infratores é de dois a quatro anos de prisão e multa. Se o crime é culposo, a pena é de detenção de seis meses a um ano, além de multa. “Infelizmente”, ocorrências de queimadas e incêndios em vegetação são comuns na região durante o período de seca e, para evitá-las, são necessários alguns cuidados, segundo a Prefeitura.
Entre eles, a Defesa Civil citou: não jogar pontas de cigarro pela janela do carro e nem fumar em locais com vegetação densa; não eliminar lixo ou entulho com o uso do fogo. Utilizar fogo para queima de lixo ou para eliminar o mato em terrenos é crime ambiental; orientar e monitorar as crianças para não brincarem com isqueiros e fósforos, principalmente nas proximidades de vegetações; e não deixar garrafas ou pedaços de vidro próximo a matas (os vidros funcionam como lentes convergentes ao sofrer a ação da luz solar que, concentrada, pode incidir sobre a vegetação seca e causar incêndio).
Em acampamentos, o órgão orienta a “evitar fazer fogueiras, mas, se for realmente necessário, deixar sempre alguém vigiando e apagar totalmente antes de se afastar do local”, e no caso da necessidade de queima controlada para fins agropastoris, “é necessário solicitar autorização prévia dos órgãos ambientais”.

Sexta-feira, 14 de Agosto de 2020

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