Nova obrigatoriedade de uso requer a atenção no descarte das máscaras

BRK Ambiental orienta sobre destinação adequada e reforça dicas para evitar problemas com as tubulações de esgoto

Com as novas regras de prevenção à Covid-19 e a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial em ambientes externos nos municípios paulistas, determinada pelo Governo do Estado recentemente, se faz necessário redobrar a atenção quanto ao descarte desse tipo de material, quando houver a necessidade de uso das máscaras descartáveis, que são uma opção além das tradicionais de pano.
Sabe-se que no Brasil, segundo dados do mais recente Panorama de Resíduos Sólidos divulgado pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), cerca de 6 milhões de toneladas de resíduos recebem destino inapropriado todos os anos. E parte dessa destinação inadequada acaba chegando ao sistema público de esgoto.
Em Sumaré, no ano passado, a BRK Ambiental – responsável pelos serviços de Água e Esgoto no município – recolheu 37,4 toneladas de lixo do sistema de esgoto. Todo esse resíduo foi removido durante os atendimentos às ocorrências de entupimentos, em manutenções de redes e nas grades das estações de tratamento de esgoto.
“Os resíduos sólidos encontrados e removidos do sistema de esgoto são direcionados pela empresa para seu destino adequado, ou seja, aos aterros sanitários”, explica o engenheiro ambiental Felipe Mangili Lara, responsável por Meio Ambiente nas unidades da BRK Ambiental na Regional Interior de São Paulo.
Ele comenta que muitas pessoas ainda não se sensibilizaram quanto ao descarte apropriado de resíduos sólidos. Entre os materiais encontrados pela empresa no esgoto estão talheres, brinquedos, chupetas, chinelos, embalagens plásticas, dentadura e até bola de boliche. Resíduos que, inclusive, poderiam ter sido reaproveitados em sistema de reciclagem. O engenheiro ambiental comenta ainda sua preocupação em relação ao descarte de máscaras no sistema público de esgoto e aproveita para orientar à população.
“Essenciais como medidas de prevenção a Covid-19 e, obrigatórias nas ruas para controle da propagação do novo coronavírus nos municípios paulistas, as máscaras descartáveis devem receber uma destinação adequada e, especialmente, consciente porque podem carregar bactérias, vírus, entre outros agentes. Lugar de máscara é no lixo comum, nunca no reciclável. Além disso, ela deve ser retirada com cuidado e acondicionada em dois sacos plásticos, com descarte identificado”, afirma.
De acordo com a ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), ao retirar a máscara do rosto deve-se colocá-la dentro dos sacos plásticos e acondicioná-lo dentro do lixo do banheiro, que é considerado lixo comum que vai para o seu destino sem nenhum contato. Também é fundamental lavar bem as mãos em seguida. “Esgoto não é lixo”, reforça o engenheiro ambiental em suas recomendações sobre o tema.
Outras dicas de como fazer a destinação adequada de resíduos e manter sempre em bom funcionamento o sistema de esgoto podem ser encontradas no Blog da BRK Ambiental, em https://blog.brkambiental.com.br/.

A EMPRESA
A BRK Ambiental é a maior empresa privada de Saneamento do país, presente em 185 municípios brasileiros e atendendo a 15 milhões de pessoas. É parte integrante da Brookfield, empresa canadense que investe e administra ativos em mais de 30 países, e tem como parceiro o FI FGTS.
A BRK é responsável pelos serviços de Água e Esgoto em Sumaré desde o início de 2017, quando assumiu o controle acionário da concessionária anterior (que por sua vez havia vencido a concessão realizada pela Prefeitura em junho de 2015). A concessão pública tem validade de 30 anos e prevê uma série de investimentos visando a universalização dos serviços de Saneamento Básico na cidade.

Domingo, 12 de Julho de 2020

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