Empresa contratada inicia demolição da ‘Ponte da Rhodia’, em Paulínia

Após a demolição, serão construídas duas novas pontes: uma no sentido Campinas/Paulínia e outra no sentido Paulínia/Campinas

Começou na terça-feira, dia 09 de outubro, o processo de demolição da antiga ponte sobre o Ribeirão Anhumas popularmente conhecida como a “Ponte da Rhodia”, em Paulínia. Interditada há quatro anos, em 2014, após um laudo técnico apontar a existência de problemas estruturais no local, a via é uma das principais ligações entre o município de Paulínia e o Distrito de Barão Geraldo, em Campinas. A licitação para a obra foi lançada no final do ano passado pelo prefeito Dixon Carvalho (PP). A estrutura que está sendo demolida ligava a Avenida Roberto Moreira, em Paulínia, à Estrada da Rhodia, em Campinas.
As obras de “desmontagem” da infraestrutura existente, que tem mais de 40 anos, tiveram início na última semana e, de acordo com a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, já foram realizados os procedimentos para início da demolição e a retirada da capa asfáltica. Como se trata de uma área de preservação ambiental, sobre o ribeirão, não será possível o uso de explosivos para “acelerar” os trabalhos.
Segundo dados do projeto – que será executado por R$ 5.968.050,35 pela Etama Contrutora Ltda – após a demolição, serão construídas duas novas pontes: uma no sentido Campinas/Paulínia e outra no sentido Paulínia/Campinas, ambas com 56 metros de extensão. O valor ficou abaixo da expectativa inicial da Prefeitura, que havia orçado a obra em cerca de R$ 7 milhões.
“A empresa terá, a partir de agora, oito meses para concluir as obras. Vale ressaltar também que a duplicação da ponte trará maior fluidez para o trânsito, colaborando diretamente com o desenvolvimento de nossa cidade e região”, ressaltou o secretário de Obras e Serviços Públicos, Valdir Terrazan – para quem a região está “muito impactada” pela interdição de anos.

COOPERAÇÃO
Por se tratar de ponte instalada na divisa entre os municípios de Paulínia e Campinas, as prefeituras firmaram um Termo de Cooperação, que pontua as obrigações de cada cidade. Enquanto Paulínia é responsável pelo pagamento e execução das obras, Campinas tem como obrigação a retirada, transporte e destinação final do material remanescente da demolição da ponte, apoio e fornecimento de transporte para o material de aterro, e a apresentação dos planos de mitigação e recuperação ambiental que visem reverter danos aos impactos ambientais, mantendo a área em perfeito estado.
Quando foi interditada no ano de 2014, a ponte – que liga a Avenida Roberto Moreira a Estrada da Rhodia – registrava VDM (Volume Diário Médio) de aproximadamente 4 mil automóveis.

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